O bolo de coco está fora da lei e não está sozinho. É o que aponta fiscalização realizada pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, em parceria com unidades do Procon da Bahia, São Paulo e Mato Grosso que identificou produtos em desacordo com a lei de rotulagem de alimentos transgênicos. A lei estabelece que todo e qualquer produto que contenha em sua formulação mais do que 1% de ingredientes geneticamente modificados deve ser obrigatoriamente rotulado com símbolo específico porém alguns produtos testados por laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura foram reprovados por utilizarem um percentual de ingredientes transgênicos acima do permitido sem informar isso aos consumidores pelo rótulo. De farinha de milho à barrinha de cereal, a cesta já conta com dez produtos:

- biscoito recheado Tortinha de chocolate com cereja (Adria Alimentos do Brasil)
- farinha de milho Fubá Mimoso (Alimentos Zaeli)
- biscoito de morango Tortini (Bangley do Brasil Alimentos)
- bolinho Ana Maria Tradicional sabor chocolate (Bimbo do Brasil)
- mistura para bolo sabor côco Dona Benta (J. Macedo)
- biscoito recheado Trakinas (Kraft Foods)
- biscoito Bono de morango (Nestlé)
- barras de cereais Nutry (Nutrimental)
- mistura para panquecas Salgatta (Oetker)
- Baconzitos Elma Chips (Pepsico do Brasil)

Todas as empresas responsáveis responderão processos administrativos do DPDC.

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